Meu passeio das onze
corre
para o lado de fora do ponteiro
e estes olhos que seguram o rosto,
carregam mãos calejadas
que gritam e se desesperam
durante os passos que caminham sós,
flutuando no barulho do vento
que se perdera ontem
entre os corpos e o cinza
que cobre o mundo.
O gosto amargo que provo
me faz deitar
enquanto aqui dentro
ainda falta algo
que possa sentar-se ao meu lado
e entender comigo,aonde devo chegar.
Ana,foto e texto.
corre
para o lado de fora do ponteiro
e estes olhos que seguram o rosto,
carregam mãos calejadas
que gritam e se desesperam
durante os passos que caminham sós,
flutuando no barulho do vento
que se perdera ontem
entre os corpos e o cinza
que cobre o mundo.
O gosto amargo que provo
me faz deitar
enquanto aqui dentro
ainda falta algo
que possa sentar-se ao meu lado
e entender comigo,aonde devo chegar.
Ana,foto e texto.

7 comentários:
Ana.
Ficou mto lindo o que escreveu me indentifico com suas poesias. A cada escrito seu parece que vai um pouco mais alem nessa alma de poestisa q vc tem. Tão profundo.
Admiro cada vez mais!
Beijos
s2
Palavras-ausências, a deitarem-se, serenas, a esperar o silêncio que sempre.
Algo aqui que se machuca. Que desperta e desperta quando ao ler-te.
Abraços e dias de ventos bons pra ti.
"passear", trilhar o caminho ao lado de alguém q se ama, esta é a saga humana, pode as vezes parecer difícil, mas todos tem seu lugar...
beijos
Oi ana!
como anda essa caminhada pelo encamtamentos das palavras?
luz menina
...
-Sim, sempre nos falta...
Dona poeta!!
Muito bons os seus poemas!!!
Ana,
não tenho o "dom da palavra" que gostaria de ter para poder elogiar o teu dom, mas fica aqui registrado o quanto gostei da tua poesia!
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